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A Secretaria - Capitulo 25



CAPÍTULO 25: PROVOCAÇÃO DESCARADA


Joe Jonas narrando:

Tudo bem, certo, ok, então, claramente, eu tinha que reajustar meus pensamentos um pouquinho. Passei cinco meses repetindo para mim mesmo que Demi Lovato era um anjo inocente, meu pequeno cordeirinho. Ela podia ser um anjo, mas também era evidentemente muito mais do que disso. A mulher que me fez entrar em colapso sobre minha mesa de trabalho depois do melhor boquete da história era uma porra de kriptonita para mim. Ela era um diabinho, todas as tentações do inferno unidas, a porra do fruto proibido, cada manifestação de luxúria, ganância e avidez, embrulhadas em um só pacote.
Esta manhã acordei com a sensação do bumbum despido de Demi acomodado na minha virilha. Nem parei para pensar ou considerar que ela poderia estar dolorida da noite anterior, ou na possibilidade de ela não estar afim, eu simplesmente tinha que possuí-la, lá, naquele momento e sem qualquer tipo de impedimento. Deleitar-me dentro de Demi enquanto ela se submetia ao meu desejo, com as mãos presas para cima e eu ia sentindo seu corpo delicado e apertado contra o meu, aquilo foi o melhor momento de toda a minha existência. Cada vez que eu entrava nela o mesmo pensamento ecoava bravamente na minha mente: minha, minha, MINHA.
Mas, era hora de aceitar a realidade, não importava o quanto eu considerava Demi como "minha" em meus próprios pensamentos, o fato era que eu era dela. Quando me senti culpado, com toda a razão, com o modo que a tomei, tão bruscamente, depois de menos de 24 horas dela ter perdido sua virgindade, Demi reagiu com uma carga acalorada de raiva que me deixou instantaneamente com tesão.
Demi, e não havia outra forma de descrever isso, me possuiu contra a parede de vidro, sem permitir que eu a tocasse, sem deixar que eu fizesse outra coisa a não ser pedir por mais, implorar para ela por tudo. Porra, ela me fez choramingar como um bebê birrento depois de dois segundos de um beijo faminto. Agora, eu estava meio deitado com as minhas calças amontoadas nos tornozelos, a nuca latejando de dor (estou bastante certo de que caí de cabeça sobre a mesa quando meus braços não suportaram mais o meu peso), meu membro estava débil e saciado, enquanto no rosto eu carregava uma expressão preguiçosa e abestalhada. Ela estava ajoelhada na minha direção, correndo seus dedos pelo meu quadril e eu tentava simplesmente lembrar meu primeiro nome. Falando sério mesmo, eu estava possuído.
Demi Lovato me tinha comendo na palma de sua mão e eu estava amando cada segundo disso tudo. Apesar do assustador controle que ela parecia exercer sobre o meu corpo, mente e coração, eu não ia me permitir embarcar de cabeça nessa história na desvantagem, de forma desigual. Eu iria pegá-la de jeito e me apropriar daquele traseiro dela também. Tanto no sentido figurado como no literal.

− Como estão as coisas aí, Faísca? - a voz dela enfim me tirou do transe enquanto eu permanecia deitado lá, decidindo que teríamos uma relação de propriedade completamente mútua um do outro, ainda recuperando meus sentidos depois daquele orgasmo fantástico.
A extremidade do meu membro palpitava levemente, o que não me surpreendia considerando a atenção especial que ela dispensou naquela região. Por Deus, a imagem de Demi me chupando como se fosse um pirulito ficaria impressa no meu cérebro pelo resto da minha vida.

− Bem relaxado, considerando que estou pelado da cintura para baixo sobre a minha mesa de trabalho às onze e meia da manhã. – fiquei apoiado nos cotovelos meio cambaleante, desabando de novo sobre a mesa, e vendo o sorriso presunçoso no rosto de Demi enquanto eu também sorria para o nada, ainda com os movimentos lentos.
− Vou entender isso como um elogio.
− Era para ser um elogio. Agora, acredito que eu tenha que cumprir inteiramente minhas obrigações contratuais como seu empregador e lhe devolver o favor?

Eu vou te possuir, Demi Lovato. E não vou te deixar escapar jamais.

− Bem, chefinho todo-poderoso, por favor, não faça nada que não seja de sua vontade.

Ela me deu um sorriso provocativo enquanto se inclinava para frente e me ajudava com as calças. Assim que minhas roupas estavam em seus devidos lugares e eu estava apresentável novamente, tanto quanto era possível, já que estava estampado na minha cara que essa namorada gloriosa e perfeita havia acabado de me dar uma chupada fenomenal antes do almoço dentro do escritório, puxei Demi para meus braços e comecei a abocanhar o pescoço dela.
− Eu sequer sonharia em fazer algo que eu não tivesse vontade, Srta. Lovato. – assegurei, falando contra a pele perfumada dela, no melhor tom distante, calmo e recatado, próprio de um chefe.

Era a voz que eu havia subjugado Demi por meses, então ela já estava completamente familiarizada com esse tom. Eu já havia decidido que era o melhor modo de me dirigir a ela para o que eu tinha planejado a seguir.

− Ok, vou morder a isca então, o que você quer fazer? – ela perguntou, correndo suas mãos pelo cabelo e apanhando a isca que eu tinha deixado à disposição dela. Bom peixinho obediente.

Em resposta, deslizei minhas mãos dos ombros dela ao mesmo tempo em que comecei a erguer a cabeça. Então, em perfeita sincronia, dei um agarrão no bumbum de Demi enquanto fitava intensamente seus olhos. Demi assustou-se num sobressalto, arregalando os olhos castanhos cor de chocolate, mas eu estava satisfeito em enxergar o desejo fluindo ali prontamente.
Perfeito.
Meu anjo tinha um verdadeiro demônio interno, que morria para vir à tona, se libertar para brincar, e eu iria estimular essas duas naturezas nela. Além disso, quando chegasse ao cabo dos meus planos, Demi iria implorar para que eu tomasse posse dela. Algo que eu, sem qualquer sombra de dúvida, estava decidido em fazer.
− O que eu quero... – respondi, baixando meu tom de voz e plantando um beijo leve, superficial em seus lábios – é que você levante sua saia e se debruce sobre a minha mesa, por favor, anjo.

Ela me fitou, apreensiva, antes de passar por mim e ficar diante da minha mesa. Então a maldita provocadora me lançou um olhar tímido e sexy-como-o-inferno sobre seu ombro, lentamente abaixando o zíper lateral de sua saia. E como, pelo amor de tudo o que é mais sagrado, eu vou conseguir aguentar até o fim quando apenas um olhar dela me fazia querer implorar? Eu queria juntar minhas mãos à minha frente, desesperado, todo "por favor, Demi, posso ter um pouco mais?", no melhor estilo Oliver Twist.
A saia caiu na altura de seus tornozelos, expondo o seu virginal fio-dental aos meus olhos famintos. Quando Demi se inclinou sobre a mesa, empinando seu traseiro, deixei escapar um gemido de desejo que eu sabia ter sido ouvido por ela. A sua risada rouca e divertida me fez lembrar o seu desdém durante o baile beneficente na última sexta-feira, quando me menosprezou dizendo "Bem, olha só isso... ele obedece ao comando. Bom garoto."
“Não seja tão tapado, Jonas”, eu disse a mim mesmo, em um monólogo interno que soava muito parecido com Kevin. Eu tinha vencido aquela batalha, e pretendia ganhar mais esta, também. Ela é quem estaria implorando, precisando de mim. E quando fosse dormir sozinha esta noite, seria ela quem iria estar molhada e inquieta e desesperada para me ter. Isto era apenas justo, se eu tinha que passar a noite depois que todos os meus sonhos se tornaram realidade sozinho, em um estado de necessidade dolorosa, então ela provaria do mesmo veneno. Olho por olho.
Sentei em minha cadeira, me inclinando arrogantemente de modo que seus quadris e traseiro estavam bem diante do meu rosto. Eu sabia que Demi tinha ouvido o guincho do couro quando me sentei, mas ela não se virou ou ficou tensa. Entendi isto como um sinal de que ela não estava nervosa, embora tenha aprendido o suficiente sobre Demi nestas últimas semanas para saber que ela não demonstraria mesmo se estivesse.

− Hmmm... você gosta de ficar nesta posição tanto quanto eu gosto de te ver assim, querida? – perguntei a ela na minha voz mais grossa, estilo fuck-me-please. – Demi fez menção de virar sua cabeça, sem dúvida para me dar uma reposta sarcástica e totalmente incendiária, mas eu ordenei bruscamente – Não se vire, por favor.

Bastaria apenas um olhar em meu rosto, e ela perceberia na hora o quanto eu estava desesperado para tê-la, e eu precisava manter pelo menos a ilusão de um homem controlado. Surpreendentemente Demi seguiu minha ordem, mantendo sua cabeça virada para a frente enquanto respondia suavemente a minha pergunta.

− Eu tenho o pressentimento de que você está aproveitando tudo isso mais do que eu, Sr. Jonas.

Safadinha perceptiva.
− Você pode estar certa, querida. – concordei sombriamente, porque sem chance de alguém neste planeta ter alguma vez apreciado uma vista tanto quanto eu estava adorando esta aqui. – Mas, mais uma vez, nós não estamos aqui para o seu prazer.
− E-eu achei que nós estivéssemos aqui para você retornar o favor? – Demi gaguejou, o seu corpo inteiro estremecendo com o excitamento. Me aproximei e comecei a correr minha mão para cima e para baixo de sua coxa, indo do seu joelho até bem abaixo do seu centro.
− Dificilmente. – bufei, embora aquilo fosse exatamente o que eu iria fazer – Nós estamos aqui para eu punir você. – os seus dedos se apertaram nas bordas da mesa quando me levantei abruptamente, me certificando de que ela ouviria a batida de minha cadeira contra a janela.
− Por quê? – ela arfou, suas costas subindo e descendo rapidamente conforme sua respiração acelerava no que poderia ser excitação ou apreensão. Espero que tenha lido Demi corretamente noite passada, quando sugeri que nós tentássemos isto, caso contrário, eu estaria cometendo um erro monumental.
− E eu preciso de um motivo? – perguntei-lhe em uma voz de desdém – Que tal por você ter me atormentado antes do trabalho, d izendo para eu manter minhas mãos para mim mesmo? – soltei um muxoxo, descendo minha mão gentilmente por sua espinha, o que contrastou diretamente com a dureza do meu tom de voz.
− Como se alguma ordem conseguisse me manter longe de você. Peça desculpas por tentar me torturar, por tentar me seduzir com o seu corpo e por me deixar insatisfeito. Desculpe-se. Agora. E talvez eu não lhe castigue. – eu quase fiz uma dancinha feliz quando Demi entendeu a minha jogada, e ainda melhor, quando ela começou a fazer parte da brincadeira com entusiasmo.
− Nem que o céu caia, eu vou pedir desculpas a você. – ela me respondeu em uma voz desafiadora, jogando seus gloriosos cabelos castanhos por sobre um ombro e rebolando aquele doce traseirinho para mim – Faça melhor, infeliz. Eu não tenho medo de você.

Porra, como eu amo esta mulher.
Me aproximei por trás, sentindo o calor irradiando da sua pele nua.

− Oh, Demi. – sussurrei baixinho em seu ouvido, em um falso tom de desculpas – Você realmente não deveria ter dito isso.

Então levei minha mão bruscamente até a sua nádega esquerda, provocando em grito seu e uma palpitação em meu membro. O grito foi seguido por um rosnado quando bati nela mais uma vez. Eu já havia tentando vários níveis de joguinhos sexuais com várias mulheres ao longo dos anos, mas dar uns tapas no traseiro de Demi Lovato enquanto ela estava debruçada sobre minha mesa me excitava mais do que nunca. Mas bem, em justiça a todas as outras mulheres, Demi até mesmo fazendo porra nenhuma era capaz de me excitar mais do que qualquer outra garota já conseguiu.
− Você gosta disso, sua provocadorazinha? – grunhi para ela, mal me controlando para não roçar em sua perna como um cachorro. Eu precisava me lembrar de que isto não tinha como objetivo me dar prazer, isto era sobre ela. Sempre sobre ela. – Esfregando este corpinho apertado contra mim e não me deixando tocá-lo? Que maldita provocadora você é, não? Me responda!
− Vá se foder, seu idiota. – Demi devolveu insolentemente.

Passei para o outro lado de seu traseiro e bati levemente mais uma vez, amando o som da minha mão atingindo a sua carne. Eu estava sendo incrivelmente cuidadoso com a quantidade de pressão em sua pele, mas no caso de ela não estar gostando do meu tratamento, levei minha outra mão até entre suas pernas para me certificar de que isto estava deixando-a excitada. Oh, sim. Aquilo estava definitivamente funcionando. Meus dedos voltaram pegajosos, e Demi relutantemente deixou escapar um gemido.

− Ha! – gargalhei desagradavelmente para ela, dando mais uma palmada de leve. – Você arruinou essa sua calcinha de rendas, minha provocadorazinha excitada. Dada a sua atual condição, você não acha que deveria estar implorando para eu foder você ao invés de mandar eu me foder?
− Ora, por favor. - Demi riu, mas a risada estava deformada pelo desejo. – Eu acho que consigo encontrar alguém melhor qualificado que você para me aliviar.

Eu rudemente agarrei seus cabelos, puxando sua cabeça para trás para poder sussurrar minha reprimenda contra seu ouvido delicado.

− Maldita. Resposta. Errada.
Eu estava perdendo o controle com rapidez, então não foi minha culpa quando praticamente rastejei para cima dela, meu peito colado às suas costas. Só um pouco, prometi a mim mesmo.

− Feche os olhos, vire a cabeça e abra a sua boca. - Demi tremeu sob mim, mas obedientemente fechou seus olhos e virou cegamente a cabeça em minha direção.

No segundo que sua boca se abriu minha língua já estava em sua garganta, prendendo-a no lugar com uma mão na base do seu pescoço. Demi me beijou de volta com vigor, gemendo em volta da minha língua intrusiva. Quando senti suas unhas arranharem meu cabelo, relutantemente me afastei.

− Você vai implorar. – respirei em seu rosto, contente por seus olhos ainda estarem fechados. – Somente quando eu estiver satisfeito darei o que você quer.

A deixei absorver minhas palavras e dei um passo para trás. O som do meu cinto sendo aberto fez Demi vacilar, sua respiração alta e irregular. Meus olhos estavam fixos na curva do seu, agora corado, bumbum, então eu facilmente percebi quando ela tentou discretamente esfregar as pernas uma na outra. Meu cinto se desprendeu completamente bem no momento em que vi Demi tentando aliviar a sua excitação, que escorria por suas pernas. Enrolei a tira de couro em meu pulso uma vez, então eu conseguiria controlar melhor a velocidade e força, e a estalei levemente contra o interior de sua coxa. A intenção não era provocar dor, e sim o choque do couro contra a pele desprotegida.
− Pernas abertas. – avisei – Isto é, a menos que você implore para mim. Neste caso, você pode envolvê-las em meu pescoço enquanto eu lambo você todinha. – Demi grunhiu em frustração e separou suas pernas minimamente. Não o suficiente.
− Mais. – ela as separou um pouco mais, e eu brandi meu cinto em seu traseiro como forma de aviso. – Mais abertas, sua provocadora. O máximo que você aguentar.

Ela obedeceu, expondo mais de suas calcinhas brancas arruinadas, e eu não pude conter um gemido alto diante daquela visão. Demi deu uma risada quando me ouviu gemer, fazendo-me mais uma vez amaldiçoar minha falta de auto-controle.

− Acha isso engraçado, meu anjo? – me virei, onde encontrei o ângulo perfeito, e me certifiquei de que tinha o cinto firme em minhas mãos. – Veremos quem vai estar rindo quando eu terminar. – a acariciei por cima de sua calcinha, sentindo-a praticamente pulsando sob meus dedos. Demi soltou um soluço estrangulado, e eu soube que ela estava mordendo seu lábio. – Você mexeu com o cara errado, querida. Agora eu tenho que mostrar a você o que acontece quando se brinca comigo.

Levei a tira de couro até ela rapidamente, não contra seu traseiro, mas entre suas pernas, de maneira que ela raspou de leve seu clitóris. Novamente não o suficiente para machucá-la, e sim o bastante para causar uma pitada de prazer.
− DEUS! – Demi guinchou, batendo com suas mãos na mesa e trazendo um sorriso aos meus lábios. Eu poderia dar uma de presunçoso, se não fosse pela dor latejante em minha virilha. O tempo de recuperação da minha ereção quando estava perto dela era malditamente impressionante.
− Qual vai ser, Demi? Joe ou Deus? Você pode me chamar por qualquer um dos nomes, desde que isso seja acompanhado pelo doce som da vitória das suas súplicas por mim.

Continuei estalando o cinto contra ela, tomando o cuidado de acertar em cheio seu centro nervoso. Como previ, Demi foi descuidada lá pela terceira pancada, balançando seus quadris na esperança de criar maior fricção tanto quanto tentava escapar da deliciosa tortura. O couro preto do meu cinto estava úmido com seus sucos, e vê-lo brilhando daquela forma me deixou ofegante como um demente.

− Implore. – ordenei ao meu anjo arfante, esperando que ela desistisse e então eu poderia me enterrar dentro dela. – Porra, peça.
− N-não! Eu não vou implorar! – sua voz era de longe a desafiadora de antes, ela estava desesperada, a um passo de dar o braço a torcer.
− Você é minha e você vai fazer o que eu estou dizendo. – falei claramente, abandonando o cinto e brincando com seu clitóris com meus dedos – Eu quero que você se desculpe por me provocar e exija que eu te possua.

Desista logo, amor. Eu não sei quanto tempo mais consigo brincar desse jogo. Eu preciso tanto de você.
Demi deu um soco em minha mesa, derrotada, me fazendo ranger os dentes com a ideia de ela se machucar.

− POR FAVOR! – ela gemeu alto, empurrando seus quadris em minha mão – Me desculpe por provocar você, por favor, por favor, me possua.

Música para os meus ouvidos. A virei de frente para mim assim que as palavras deixaram sua boca, sem ter forças para me vangloriar por enquanto. Demi tinha cedido primeiro, mas eu estava prestes a esquecer a necessidade de tê-la implorando e apenas dar a nós dois o que tanto queríamos ou necessitávamos. Quando Demi estava cara a cara comigo eu agarrei firmemente seu traseiro e forcei suas pernas a se enrolarem em minha cintura, grunhindo quando o seu ponto úmido fez contato com minha ereção. Nossas bocas se uniram em um beijo tão feroz que eu pude sentir o gosto de sangue. A princípio não soube dizer se o sangue era meu ou dela, mas depois que permiti aquele gosto preencher minha boca faminta, o sabor adocicado me deu a absoluta certeza de que o sangue era dela.
Por alguma razão doentia aquilo me descontrolou ainda mais, e eu gemi em sua boca enquanto tinha pensamentos assustadores sobre... comê-la viva. Devorar o seu corpo. Enquanto nos forçávamos e empurrávamos e nos atirávamos contra o outro, eu nos movi, então agora Demi estava sentada em minha mesa e eu estava em pé entre suas pernas. O móvel era da altura perfeita para permitir que eu estocasse dentro dela, e eu silenciosamente agradeci minha mãe por ter escolhido justamente aquela mesa.
Eu estava a segundos de abrir minhas calças e fazer loucuras com aquela mulher, quando a porra do meu telefone tocou. Tecnologia estúpida. A cabeça de Demi se afastou da minha e, por um violento segundo, nos encaramos com um desejo incontrolável.
− Eu disse para Sarah segurar as suas ligações. – Demi disse, claramente tão irritada quanto eu pela interrupção. Havia um corte quase imperceptível em seu lábio inferior e eu tentei colocar minha culpa de lado, sabendo que aquilo a deixaria ainda mais nervosa.
− O que foi, Senhorita Bynes? – falei exaltado, após bater no botão do viva-voz. Eu teria de lhe dar um aumento pela maneira que a estava tratando a manhã inteira. Demi a eu ainda estávamos firmemente pressionados um contra o outro, nossas testas coladas de forma que pudéssemos olhar um nos olhos do outro.
− Desculpe interromper, Sr. Jonas. – Sarah guinchou em um tom nervoso que me deixou curioso sobre o que Demi teria dito a ela como desculpa para segurar minhas ligações. Espero que tenha sido algo como, "Sarah, você poderia reter todas as chamadas para o meu queridíssimo Joe enquanto eu chupo aquela coisa espetacular que ele tem no meio das pernas e confesso a minha eterna necessidade por ele?"
− Está tudo bem, Srta. Bynes. – eu estava no limite da minha paciência aqui, e agradecidamente ela pareceu perceber, pois começou a explicar tudo em um jorro de palavras.
− O Sr. Paul Jonas convocou uma reunião de equipe para resolver alguns problemas internos antes que ele volte para Dallas. O andar inteiro estará na sala de conferências em dez minutos para que ele possa fazer o seu plano.
A cabeça de Demi bateu em meu ombro, em frustração, e eu estava determinado a permitir que esta fosse a última vez que Paul me mantinha longe desta mulher. Demi tinha corrido até meu banheiro para se recompor, embora eu achasse que ela estava perfeita, toda inchada pelos meus beijos, as bochechas coradas e os olhos grandes e necessitados. Sem mencionar que ela tinha prendido a saia em suas mãos, de forma que o seu traseiro rosado tinha estado na minha linha de visão enquanto ela deixava a sala. Aquilo tornou a minha tarefa difícil, que era me acalmar custe o que custasse, então eu não entraria na reunião de funcionários com protuberâncias pelo meu corpo. Cada vez que eu lembrava de ter estado no controle, lembrava do som da minha mão atingindo aquele traseiro, ou como foi bom estar naquela boca, ou o que nós estaríamos fazendo se não tivéssemos sido interrompidos.
Finalmente consegui ficar "semi-calmo", mas eu tinha que conseguir um novo cinto. Nunca que eu poderia olhar novamente para aquele dispensado no chão da minha sala e não gozar feito um maluco. A pedido de Demi, fui para a sala de conferências sem ela. Todos daquele andar estavam lá, algumas pessoas já de pé, significando que esta provavelmente seria uma reunião sobre um novo arranjo do estacionamento ou como seria o Amigo-Secreto deste ano. Tive que passar por uma multidão de "bom dia, Sr. Jonas," até encontrar meu lugar à ponta da mesa junto ao meu irmão e meu pai.
Eu nem sei que cap. é -n, só sei que eu já li tudo que está nos perdidos, quando for atualizado eu leio, porque estou com preguiça de voltar as paginas KKKK. Vou sair, mas depois ou amanhã eu volto e prometo que up, beijo linda :*.
− Joe, você está atrasado. – Paul teve a coragem de erguer a sobrancelha para mim como se eu fosse uma criança, como se não fosse eu quem estivesse liderando a sua empresa.

Bem, se ele iria me tratar como uma criança, eu iria agir igual a uma. Ignorando-o, me virei para Kevin e Nick e sorri rijamente para eles. Os dois trocaram olhares confusos por causa do comportamento entre Paul e eu. Eu queria mais era gritar qual era o real problema para todos ali saberem, mas sabia que tinha de considerar minha mãe e ser discreto. Era uma escolha deles contar ou não, apesar de eu ter chegado muito perto de perder Demi por causa disso.

− Como vai Miley? – perguntei a Nick, tentando diminuir a tensão. – ele rolou seus olhos, facilmente distraído pela menção de sua garota, e disse:
− Eu nunca vou deixar ela beber de novo. E Demi provavelmente deve proibir você de chegar perto de qualquer bebida alcoólica também. Aposto que você passou a noite inteira conversando com os seios dela.

Hmm... e que bela conversa foi.
Kevin tinha deixado vaga a cadeira ao seu lado, e eu sabia que era para o meu anjo. O ciúmes que senti foi tão irracional que não pude evitar rir, me auto-depreciando. Eu estava completamente ferrado. E porque eu estava reconhecendo o grau da minha insanidade, achei que não doeria se apontasse isso para ele, também.
Deus, eu iria ficar duro enquanto meu pai falava sobre a gravidez da Betty, do almoxarifado. Rapidamente surrupiei a caneta de Demi e respondi. Não pude evitar o sorriso carinhoso que surgiu em meus lábios quando notei a diferença entre a sua caligrafia desordenada e a minha letra elegante.

Anjo, não é minha culpa você não ficar comigo esta noite, porque caso contrário, eu iria cumprir a minha parte... repetidamente.

Demi rolou seus olhos e pegou a caneta de volta enquanto Paul parabenizava Steve, das Relações Humanas, pela sua promoção. A sala rompeu em aplausos educados.

Bem, parece que terei de cuidar de mim mesma sozinha, então.

Porra, eu preferia escalar até a janela de Demi do que deixar que aquilo acontecesse. Ela era minha. Facilmente consegui sua caneta para escrever minha resposta.

Sua provocadora descarada. Você quer que eu te curve nessa mesa, na frente de todo mundo?

Demi leu meu bilhete e corou um vermelho brilhante, fazendo com que eu acariciasse seu ombro e lhe lançasse um olhar provocativo pelo canto do olho. Ela retribuiu a atenção, então assim ficamos os dois, sentados ali se encarando, sorrindo secretamente.
Tive a leve consciência de ouvir Paul limpar a garganta incisivamente, mas nem se a minha vida dependesse disso eu conseguiria tirar minha atenção da mulher sedutora que olhava para mim como se ela quisesse que eu a devorasse. Claro, tudo isso antes de Paul pigarrear mais uma vez e dizer:

− E finalmente, à Demi Ftizgerald, que fará muita falta quando nos deixar no próximo mês! – Demi e eu viramos nossas cabeças ao mesmo tempo, e eu fiquei aliviado por ver que ela estava tão chocada quanto eu. Por que diabos Demi estaria me deixando? – Demi e o seu bom amigo Victor Symon tiveram seus pedidos deferidos para estudarem em Londres durante 12 meses. Então, infelizmente, ela estará nos deixando em meados do ano. Todos nós lhe desejamos tudo de bom, Demi.

Por um momento Paul e eu trocamos olhares, e tudo o que eu pude encontrar ali foi simpatia antes de ele desviar e continuar a falar.
Não. Não. Não.
Olhei para Nick e Kevin, que estavam parecendo tão abestalhados quanto eu, sem dúvidas. Obviamente eu não encontraria respostas ali. Ao invés disso olhei para Demi, que fitava o pedaço de papel onde estávamos escrevendo sem realmente vê-lo. Toda cor tinha se esvaído de seu rosto, dando-lhe um aspecto meio fantasmagórico.
Eu queria agarrá-la pelos ombros e sacudi-la até extrair todas as respostas para as minhas perguntas. Ela queria ir? Há quanto tempo atrás ela tinha feito a requisição para a viagem? Como Paul soube disso antes de mim? E o mais importante, quem diabos era o seu "bom amigo" Victor Symon?
Obviamente ela tinha planejado isso, tinha solicitado sua ida para o exterior para estudar. A metade do ano era apenas há um mês, ela esperava mesmo que eu simplesmente a deixasse partir? Como eu poderia desistir? Eu mal conseguia me conter na frente de cem colegas nossos, imagine só deixá-la cruzar o planeta durante um ano com algum estudantezinho depravado. O único pensamento passando pela minha cabeça enquanto a reunião se desenrolava era: não.
Fui tirado do meu transe quando todo mundo foi dispensado da sala, alguns parando para parabenizar Demi pela sua mudança para Londres. Aquilo nunca iria acontecer, se eu pudesse evitar. Nick e Kevin ficaram para trás para conversar com Paul, mas pude ver os olhares preocupados que os dois lançavam para Demi e para mim. Demi estava rasgando o pedaço de papel onde tínhamos escrito, sua expressão era distante, congelada em um misto de surpresa e excitação. Foi a excitação que causou a explosão da raiva e do ciúmes irracional dentro de mim, obrigando-me a formular um plano que, provavelmente, seria tão estúpido quando ineficaz. Peguei Demi pelo seu braço com bastante força e me inclinei, então eu poderia sussurrar contra seu ouvido.

−Você não vai se tocar hoje à noite. – ela girou sua cabeça de modo que conseguisse me lançar um olhar aturdido, vazio. O papel que ela estava destruindo caiu no chão, mas ela não percebeu.
− Hã? – ela perguntou, distraída, confusa, tendo mal registrado que tinha dito alguma coisa. Eu sabia que, na parte do seu cérebro que tinha sido despertada pelo choque, ela estava se perguntando por que eu não estava discutindo a sua partida daqui a algumas semanas.
Porque eu não vou deixar isso acontecer, é por isso.

− Você não vai se masturbar esta noite, fui claro? – minha voz era tão fria quanto o inverno no Ártico, mas se eu deixasse minhas emoções transparecerem, estaria alternando entre a raiva apoplética e um choro humilhante. Ambos eram inaceitáveis, eu não a deixaria pensar menos de mim.

Minhas palavras finalmente penetraram o seu torpor, e Demi se remexeu inconfortável, sem dúvidas ainda afetada pelas nossas aventuras interrompidas de antes. Bom – era bom ela ir se acostumando com a sensação. Se eu tinha apenas um mês para me certificar de que ela não iria me deixar, então Demi iria passar aquele mês em um estado constante de excitação.

− Nós não deveríamos conversar sobre o recém... – Demi começou com a mesma voz atordoada quando começamos a fazer nosso caminho até nosso escritório. Eu a interrompi violentamente, apertando seu braço para reforçar o que eu estava dizendo.
− Me responda só quando eu disser para responder. Agora, eu fui claro? – eu não conseguiria falar sobre a minha... a minha... revolta. Eu não admitiria ter Demi arrancada da minha vida quando recém a tinha conquistado.
− E por que eu não estaria me tocando, exatamente? – a sua voz ainda estava preocupada, e seus olhos não estavam focados nos meus. Senti mais daquela raiva irracional crescer diante da sua atual indiferença, acreditando que ela já estivesse subconscientemente se afastando de mim.
No momento que alcançamos o escritório eu fechei a porta atrás de nós, prendendo-a contra ela. O desejo inflamou nos olhos de Demi quando me inclinei e sussurrei contra seus lábios vermelhos e inchados:
− Porque essa coisinha doce aqui... – pressionei meu corpo contra seu sexo – vai aprender a responder apenas ao meu toque.
− E se eu não ouvir? – Demi perguntou, trêmula.

O seu desafio foi um passo errado, pôr à prova meu controle foi a coisa errada a se fazer depois da notícia que recebi. Corri minha mão pela sua cintura e então ergui sua saia, apertando seu sexo e não perdendo tempo em colocar seu fio-dental para lado.

− Joe... – Demi gemeu, sua cabeça atingindo a porta quando suas costas se arquearam. Eu teria de verificar se ela iria cumprir minhas ordens mais tarde, mas por ora, deslizei dois dedos em sua fenda, sentindo-a apertar e contrair ao redor deles.
− Você já é muito sensível a mim, Demi. – informei suavemente, sabendo que ela não tinha nenhuma referência sexual anterior para perceber como nossos corpos combinavam juntos. – Nenhum outro homem será capaz de te deixar tão molhada. – bombeei meus dedos rapidamente para dentro e fora dela, começando num ritmo frenético e acelerando ainda mais. – Logo, seu corpo não reagirá nem mesmo ao seu próprio toque. Gostaria de saber por quê?
− Por quê? – ela arquejou, e eu senti que ela estava quase lá. Suas pernas estavam balançando e ela não parava de gemer, os olhos vidrados nos meus.
− Porque o seu corpo conhecerá apenas um mestre. – quando ela estava prestes a gozar retirei meus dedos, seus sucos cobrindo até minha palma. Demi grunhiu com a perda de contato, mas eu simplesmente me aproximei e disparei contra seus lábios – E esse mestre será eu.
A deixei ali, contra a porta e em um estupor frustrado, e marchei até minha sala e fechei minha porta. Tranquei-a como uma medida de segurança caso Demi viesse ali procurando vingança, não haveria chances de eu conseguir me controlar e não tomá-la contra a parede. Eu praticamente me arrastei até meu banheiro, batendo a porta e deslizando pela parede até estar pateticamente encolhido a um canto.
Eu já tinha me aliviado três vezes desde que fui dormir na noite passada, mas estava tão faminto por Demi que já havia uma protuberância de aço em minhas calças. Comecei a me acariciar enquanto gulosamente chupava e lambia o que havia sobrado de Demi em meus dedos e palma, contemplando a situação em que meu pai havia me colocado.
Meu doce Anjo, me deixando com um cara chamado Victor.
Isso. Não. Vai. Acontecer.
O direito de posse está ao meu favor, e aqui está um fato bem conhecido: Eu nunca fui bom em dividir.

3 comentários:

  1. Aiiii Meu deus eu ameiiii !!! Esta Otimo!!! Posta mais pleaseee

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  2. !!!Posta logo por favor !! To morrendo aki

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